FUNCTION ARDOR()

A labuta sai pelas linhas
De código fonte que preenchem o meu dia.
Novas demandas na minha tecnológica poesia
Inspiram esse programado poeminha.

Criemos a função do ardor:
Uma constante positiva sustenta a repetição
Da randômica variável que mantém o calor
Dos inteiros parâmetros feitos de coração.

Um novo tempero a cada iteração
Faz crescer o sabor do beijo
Na máquina que processa desejo.

Enquanto não age a negativa computação,
A ternária condição vence o coito
E o laço de amor segue infinito.

Jorge Andrade Mangueira (04/03/2015)

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