MACEIÓ

O vejo seco ou cheio
Com a sede de salgar
O rio que as vezes perde o freio
E chora mais forte que o mar.

A travessia, ora rasinha e cristalina,
Ora com aventura e emoção,
Flui o Maceió no coração
Do navegante até o outro lado da piscina.

A maré desenha a passagem,
Os siris fazem a festa com os restos
De peixes eviscerados na manguezal margem,

Os galhos sobrevivem nus e submersos,
Sustentando a inspiração dos versos
Que criam essa poética paisagem.

Jorge Andrade Mangueira (22/02/2015)

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